ESFOLANDO O 15º FESTIVAL GOIÂNIA NOISE

novembro 30, 2009

De vez em quando é bom visitar os vizinhos e ver o que eles estão aprontando. Quando rola o Bananada e Noise, a minha curiosidade e voyeurismo musical acabam vencendo a preguiça e eu passo pelo menos um dia na capital goiana. Motivos não faltam: assistir shows, rever os amigos, conhecer gente nova, fofocar e fazer negócios.

 

 

Fui no sábado à tarde e voltei de madrugada, no esquema “bate e volta” só pra esfolar o 15º Festival Goiânia Noise. Realizado no Centro Cultural Martim Cererê, o Noise desse ano inovou na disposição do espaço. A área que normalmente é restrita para as bandas e imprensa foi liberada para o público circular. Deixei meus livros e gibis nos estandes e comecei a maratona de shows. Entrava em um teatro, dava dois minutos pra banda que estava tocando me convencer a assistir um pouco mais. A primeira que conseguiu essa façanha foi a carioca Confronto. A banda é boa e lembra o Pantera nos bons tempos.

 

 

Depois vi o esquisito trio suíço Mama Rosin. A formação é um baterista, um guitarrista que também toca aqueles coletes de ferro que é tipo um reco-reco e um vocalista que toca uma sanfona pequena (acho que é uma harmônica). Parecia uma mistura de Baião com música caipira americana.

 

 

O show do Mechanics reservou boas surpresa. Pra começar, tinha um cara preso dentro de um saco e pendurado na beira do palco. Ele ficava se contorcendo e a luz permitia que víssemos sua silhueta. Depois subiram ao palco, dois caras que ficavam juntos, um de costas pro outro, com um pano unindo as duas cabeças. A performance do Grupo Empreza durou até o cara conseguir se libertar do saco. O efeito visual tinha tudo a ver com o som da banda, que é muito boa e agora estão cantando em português. Assista ao vídeo do começo do show e entenda o que eu estou dizendo!

 

 

As Mercenárias me decepcionaram. Elas estão mal ensaiadas e eu não tive paciência pra assistir mais que 10 minutos. O Black Drawing Chalks lotou um dos teatros e não consegui nem entrar. Já os americanos do Dirty Projectors tiveram menos de 30 segundos de minha atenção, quando eu vi que eles eram daquelas bandas vagarosas que eu acho um saco, saí de perto rapidinho.

 

Com o fim das atrações musicais, as pessoas foram saindo. Fiz meus últimos business, me despedi dos amigos e peguei o rumo de casa. Agora só em 2010.

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Uma resposta to “ESFOLANDO O 15º FESTIVAL GOIÂNIA NOISE”

  1. massa, vamos sim fazer a troca! me passa teu endereço!
    o meu é Rua Castro e Silva, 928 – ap. 402
    CEP: 60030-010
    Fortaleza-CE
    abraços!!

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