EU CONTRA A FNAC

março 30, 2010

Sou um sujeito reclamão mesmo. Odeio quando tentam me passar a perna ou negam meus direitos. Há praticamente 2 meses, recebi a fatura da renovação do cartão da Fnac. Paguei com um mês de antecedência a mísera quantia de R$15,00 , o que me daria direito a receber 10.000 pontos. Pra quem não sabe, toda vez que o “cliente” com cartão da Fnac faz uma compra na loja física ou site, acumula pontos que podem ser trocados por mercadorias. Passaram alguns dias e os pontos não entraram no meu saldo. Mandei um e-mail para o SAC da empresa avisando (educadamente) que os pontos não tinham entrado e tal. Recebi resposta dizendo que eu aguardasse 48 horas. Dias depois, nada dos malditos pontos. Mando mais e-mails (8 no total) e sempre as mesmas repostas de “ Aguarde! Aguarde! Aguarde!”. Nos dois últimos e-mails, solicitei o cancelamento da renovação do cartão e a devolução do dinheiro. Adivinhem a resposta? Pois é, estou 60 dias aguardando. Hoje li no jornal que uma unidade móvel do Procon – DF estaria na frente do Conjunto Nacional. Não pensei duas vezes, juntei minha documentação e fui registrar minha queixa. A empresa tem 10 dias para me ressarcir ou levará multa. Torço pra que esses 10 dias passem e eles se fodam um pouquinho. Estou aguardando!

 

PS: a unidade móvel do Procon – DF estará na frente do Conjunto Nacional até a próxima quinta-feira, das 9h às 16h. Se você se sente lesado ou tem algo a reclamar contra alguma empresa, vá lá e registre sua queixa e exerça seu direito de consumidor.

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ANIVERSÁRIO DO BALEIA

março 27, 2010

(Baleia tocando uma de suas 21 guitarras – Foto Lilian Kraemer)

Renato Baleia, guitarrista do Macakongs 2099 e de outras bandas está fazendo aniversário em grande estilo. Para comemorar esta data tão feliz, ele está produzindo uma festa/show hoje (sábado 27) no CEDEC 912 sul a partir das 20h. O Macaca será uma das atrações da noite, uma rara oportunidade de ver o Cigano Igor em ação. Não serão vendidos ingressos, somente quem tiver convite poderá entrar. Então, se você estiver afim de ir, me manda uma mensagem de texto pro (61) 92137582, que eu vou tentar colocar o nome (com RG) na lista.

(Além de ser um gato, esse vocalista canta muito bem. Foto: Lilian kraemer)

 

Quando acabou o show do Macaca, desmontamos as coisas e deixamos a “pemba” pro Galinha Preta. Pelo que me disseram, o GP só tocou 8 minutos. Deve ser coisa dos evangélicos achando que a banda fazia macumba. É muito palha fazer uma banda viajar 3 horas pra tocar essa merreca de tempo.

(O galinha Preta sofreu com a falta de sincretismo religioso do evento)

 

Na seqüência, foi a vez do Soul Factor se apresentar. Nessa hora, eu já estava com o camelô montado ao lado do Franchesco, o responsável pelo merchandising do Dead Fish. O bom é que todo mundo ali vendeu legal. Eu fiquei puto comigo mesmo por ter trazido só 4 exemplares do Esfolando Ouvidos. Acabaram rapidão, o último exemplar quase deu briga, mas foi arrematado pelo Rodrigo, vocal do Dead Fish.

 

Mó galera gostou do show do Macaca, foram lá no estande nos cumprimentar, tirar fotos, comprar CDs  até pedir autógrafos. Nessa de atender os clientes e trocar idéia com o pessoal, acabei nem vendo as outras bandas que estavam tocando. Só bem mais tarde, eu lembrei que eu ainda não tinha comido nada e paguei R$4,00 num cachorro quente sem salsicha.

 

Eram quase duas da manhã quando o Dead Fish começou a tocar, foi aí que rolou a maior falha técnica de todo o festival. Enquanto a banda arregaçava, o P.A. estava ligado no outro palco, onde os roadies estavam passando o som pro POD. Já estavam na segunda música quando nego na mesa de som se tocou da merda e ligou o P.A. certo. Os falantes quase estouraram com o volume pipocando no máximo. Foi bem feio o negócio. Outra coisa estranha que aconteceu foi a liberação da grade que dividia o público. Eu particularmente achei massa o povo que estava atrás ter ido pra frente, mas do ponto de vista da produção, eles cometeram um grande equívoco. Ou você cobra um ingresso com preço único pra todo mundo ou respeita o espaço em que pessoas pagaram mais caro para ocupar. O que vai acontecer nos próximos eventos é que todo mundo vai comprar o ingresso mais barato esperando que o acesso seja liberado nas atrações principais. Bom, o que interessa é que o show do Dead Fish foi maneiro apesar de também ter sido encurtado.

 

Os roadies dos gringos ainda fizeram uma checagem de uns 20 minutos e o público de umas 3 mil pessoas estava impaciente com a demora. Uma música instrumental de introdução começa a tocar e o povo se desguela quando o POD sobe ao palco. O vocalista está com a bandeira do Brasil enrolada na cabeça e pescoço. Ele começa a cantar, pula no fosso e sobe na grade junto do gargarejo. Antes da música terminar, já dava pra perceber que tinha rolado alguma bosta. Não dava pra ver, mas alguém tinha se machucado. O vocalista chama um médico e as pessoas se perguntam o que teria acontecido. Enquanto o socorro não chega, o vocalista pede silêncio e começa a orar. Aparece um cara que traduz as palavras do vocalista, dizendo que um membro da equipe da banda tinha caído e quebrado a perna. Mais alguns minutos e show recomeça. Assistimos mais uma músíca e saímos fora. Eu até gosto do som da banda, mas a gente tava cansado e zoado demais pra curti mais uma hora de barulho. Pra fechar a noite, ainda nos perdemos no centro de Goiânia antes de achar o hotel.

(Nosso hotel não tinha vista para o mar)

Meio dia de domingo, saímos do hotel rumo a Brasília. Dessa vez falamos mais de mulheres do que de bicicletas e ouvimos Shelter. Chegando na casa do Phú, ele diz pra mãe que ganhou uma medalha. Ela responde com uma pergunta que foi a melhor frase de toda a viagem: “E medalha enche barriga?”.

Assista os videos!

Macakongs 2099 tocando Droga-Cola

POD começando o show

Dead Fish tocando “Queda Livre”

Um pouco da nossa bagagem

Sábado passado fiz o primeiro show com o Macakongs 2099 depois de cinco anos afastado da banda. E o esquema foi razoavelmente chique, já que o show era Goiânia e as principais atrações eram o Dead Fish e a banda americana POD. Antes que você se pergunte se eu voltei pra banda, já respondo que “não”! Só estou de “sub” (substituto) enquanto eles não arrumam um novo vocalista. Outro que está na mesma situação é o baterista Cabelinho, que ainda não sabe se vai continuar na banda.

(O paraíso do consumo goianiense, um dia eu chego lá!)

Como cada showzinho do Macaca, mesmo sendo no vizinho do Goiás acaba virando uma saga, resolvi dividir esse post em dois. Primeiro que tem muita historinha pra contar (umas impublicáveis), segundo que tem muitas fotos e vídeos, terceiro que outros shows desse festival merecem resenhas e o quarto motivo é que eu fiquei mais de 48 de abstinência digital e resolvi escrever pra caralho e se você não quiser ler essa merda grande, foda-se!

( A amiga Nara mostrando seu suvaco lisinho, ela filmou e tirou várias fotos do evento)

Pra começar, acho que fizemos só uma meia dúzia de ensaios antes desse show. Pra não passar tanta vergonha, eu tive que ouvir os CDs e digitar minhas próprias letras e imprimir uma cola, já que tinha altas coisas que eu não lembrava. O Cabelinho também estava meio enferrujado, mas se garantiu legal. Já o Baleia, Fabrícios e Djalma Phú estavam sem ensaiar desde que a banda sofreu uma ruptura no Festival Rola Pedra do ano passado.

(Cabelinho e sua gata curtindo a noite goiana)

O grande dia chega. Sábado de manhã, o Baleia passa em minha casa já dizendo que o Phú iria atrasar. Nossa, que estranho! O Djalma não é do tipo que costuma deixar as pessoas esperando! Só iria nós três na caranga, pois o Cabelinho tinha ido pra Goiânia na noite anterior e o Fabrícius estava em São Paulo tentando chegar em Brasília, mas perdeu o avião e se lascou. Pra fazer hora, eu o Baleia passamos na oficina do Achiles para ver os instrumentos que ele anda produzindo. O cara é um luthier muito talentoso e o Baleia parecia uma criança em uma loja de brinquedos.

(Achiles e Baleia falando de guitarras e baixos)

Depois passamos na casa do Phú para pegar os instrumentos e sua madita bicicleta. Sim! Djalma queria porque queria pedalar numa corrida fuleira que estava rolando em Goiânia. Eu nunca gostei ou desgostei de corrida de bicicleta e não tinha nada contra esse esporte, mas a partir desse sábado comecei a nutrir ódio profundo por ciclismo. Explico! Primeiro eu teria dormido pelo menos 2 horas a mais e teria almoçado em minha casa se não fosse essa bosta de competição. Depois o Phú e o Baleia (que também é adepto do esporte) vieram a viagem da ida inteira falando sobre o assunto. Até aí tudo bem, fui agüentando e deve vez em quando nego falava de bucetas e ouvia umas músicas do No Mercy.

(Djalma recebendo o incrível prêmio, nunca esquecerei esse momento)

Passava das 14h quando adentramos a capital goiana e nos perdemos tentando achar o local da corrida. Tava um calor escroto e a fome só crescia. Chegando lá, Phú vestiu sua roupinha ridícula e foi competir. Eu e o Baleia ficamos torrando no sol e acabamos comendo uns sandubas vagabundos, ainda na esperança de conseguir almoçar em algum lugar descente. Eu já estava zonzo com aquelas bicicletinhas passando de um lado pro outro e aqueles marmanjos vestido lycra roxa e laranja me causando náuseas. E não é que o desgraçado ficou em quinto lugar e ia ganhar uma medalha. É um absurdo! Como é que um esporte sério premia o quarto e quinto lugar? E o pior é que ele queria receber a porra da medalinha feita de garrafa pet e mais uma vez tivemos que esperar a criatura. Por conta disso, quando chegamos no hotel, só deu tempo de tomar um banho tcheco e trocar a camiseta. Eu queria muito ter tomado um banho de verdade e ter deitado por uns 30 minutos, mas não, tínhamos que correr pro local do show, pois já eram 17h e iríamos tocar às 18h.

(Cada palco dava pra abrigar 50 famílias do MST)

O Loading Music Festival aconteceu no estacionamento da Faculdade Fasam. Tinha dois palcos gigantes e boa estrutura, mas já começamos a notar as falhas da produção logo que chegamos. Os shows já tinham começado, mas não tinha público. Por ser um evento “meio” evangélico, não era permitida a venda de bebidas alcoólicas, então o povo goiano (que bebe pouco, né?) ficou do lado de fora enchendo a lata. Me disseram que isso era uma exigência do POD e no camarim das bandas “oreia seca” só tinha água e cadeiras. Eu que nem bebo, fico puto com essas coisas.  Eu até disse no microfone depois de tocar “Droga – Cola”, que lá não vendia cerveja, mas vendia coca – cola, que é a verdadeira bebida satânica. Os bebuns aplaudiram.

(Problemas no palco? Nunca vi isso antes!)

Pra variar, a programação de 20 bandas estava atrasada. A logística não era o forte da produção. Como eu falei, tinham dois palcos gigantes e bem equipados, mas um dos palcos era apenas para os shows do POD e da banda metal cristão Skin Culture que tocariam no final. As outras 18 bandas se espremeriam no outro palco. Dava pra ver a agonia e falta de preparo da equipe na troca das bandas. E o povo foi chegando, infelizmente, a maioria do público estava na parte de trás da cerca que dividia a pista (ingressos mais baratos) do front stage (mais caro). Daí quando o Macaca foi tocar, começou mó bagunça, o ampli de guitarra não funcionava, não tinha monitor pra bateria e o tempo correndo. Fizemos uma checagem, vimos que tava tudo embolado e que não ia melhorar nada. Tocamos o foda-se e começamos o show com um corte de 10 minutos. A nossa sorte é que o técnico de som do Dead Fish era amigo do Phú e fez o P.A. pra gente. Então, por mais horrível que o som estivesse no palco, para as 500 cabeças que estavam nos vendo, o som estava lindo. Foram 20 minutos andando na corda bamba com o som complicado, mas foi divertido e valeu a pena. O rock pauleira é isso aí!

(Macaca e Dead Fish confraternizando)

Não perca o emocionante desfecho desse épico! Em breve no “Esfolando Weblog”!

PS: Estou esperando a boa vontade do Cabelinho em me mandar fotos do nosso show. Os vídeos vão demorar ainda mais tempo. Guenta aí! 

A SEMANA DO PRESIDENTE

março 20, 2010

Por ser presidente do “Esfolando Empreendimentos”, minha agenda está mais lotada que a do Lula Molusco. Eu provavelmente sou o vagabundo mais ocupado que você conhece. Com a correria dessa semana, nem tive tempo de atualizar o blog, então, fiquem com notícias velhas do FDS passado.

Na sexta, eu e os caras da Samba montamos estande na UNB durante a seletiva da Colourada. As vendas e as atrações não foram muito boas, mas as risadas valeram o rolê. No sábado fui no CEDEC para o primeiro de dois dias do evento “Fora do Eixo ao Extremo”. Devia ter quase cem pagantes, mas o bagulho estava animado. As atrações foram as bandas chilenas de hardcore straight edge Forsaken e Nouvelle Gaia (fotos na sequência), que fizeram a galera “X” na mão, pogar bonito. Apesar dos vários camelôs concorrentes no local, fiz bons negócios e ainda comi um hambúrguer vegan da melhor qualidade.

No domingo voltei pro Cedec para o segundo dia da programação, mas apesar das boas atrações, não tinha quase ninguém. Daí eu nem entrei e fui pra Funarte onde estava rolando um evento de cultura com show do GOG. Lá estava bem cheio e eu fiquei vendendo meus produtos num estande com o Natinho. O cara é simplesmente o mestre do comércio informal, com quem ainda tenho muito que aprender sobre a arte de ser ambulante.

Falando em Natinho, ele e o Frango Kaos gravaram participações especiais no novo CD do Quebraqueixo e ficou muito maneiro. Mais novidades em breve.

ARRUDA PÉ INCHADO

março 11, 2010

Na minha terra, “pé inchado” é bebum! O governador “afastado safado” Arruda está reclamando que o pé está inchado, deprimido, insano e quer prisão domiciliar (e que domicílios!). Queria ver ele na papuda, dividindo a cela com mais 50 bandidos, lavando a cueca da rapaziada e dormindo de conchinha com um afro-descendente. Será que a primeira-dama “afastada” ia levar marmitex pra ele? Lógico que o Pombas y Bombas tinha que dar uma sacaneada.

PASSEI NA UNB

março 10, 2010

Calma titius! Eu não fiz vestibular e nem quero diploma de “nível superior”. Eu passei na UNB só pra fazer camelô. Eu e os caras da Revista Samba montamos nosso estande de vendas itinerante no IDA (segunda –feira) e no Ceubinho (terça-feira). Fomos aproveitar os primeiros dias de aula e já no segundo dia a UNB entrou em greve. Que beleza! Agora só quando as aulas voltarem!

essa coisa estranha é um desenho natural de uma parede de madeira.

Esse instrumento é o “canjo”, um banjo feito com uma lata de biscoitos amantegados.

Tipos circenses no Ceubinho.

GALINHA ENSOPADA

março 7, 2010

Contrariando a meteorologia, a banda Galinha Preta lançou seu 2° CD na tarde de ontem. Entre 17h e 18h caiu uma chuvasca escrota em Brasília, mas isso não impediu que o caótico conjunto musical se apresentasse no meio de poças de água na frente da Kingdom Comics. Muita gente desanimou de ir, achando que os caras iriam cancelar e mais uma vez os tolos e fracos saíram perdendo. Em meio a choques e risadas, o Galinha Preta mostrou porque é uma das bandas mais queridas e festejadas do DF. A formula: Som brutal + letras simples e certeiras + humor autêntico, agradam a gregos e goianos, e isso não é coisa fácil de se fazer.

SUPER GEMEOS, ATIVAR!

março 3, 2010

 

A exposição “Vertigem” dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, mais conhecidos como OSGEMEOS, foi aberta ontem ao público. A caixa de vidro gigante do CCBB foi coberta de tinta vermelha na parte exterior e em dois de seus lados ganharam rostos, como se enormes personagens de pele amarela usassem máscaras rubras. Nem vou falar o que tem lá dentro pra não estragar a surpresa, você tem que ir lá e ver com seus próprios olhos, mãos e ouvidos. A exposição fica em cartaz até 16 de maio.

 

 

Como eu sabia que eles estavam pintando diariamente no CCBB, passei lá numa tarde. Eu e a Karla conversamos rapidamente com eles e tiramos fotos. Os caras são gente fina e de presente, dei duas camisetas do Quebraqueixo, um gibi e um Grosseria Refinada.

 

 

Lendo a matéria que saiu ontem no Correio Braziliense, eles revelaram que fizeram um graffiti em um viaduto de Brasília, mas não sabiam exatamente onde. Na hora eu descobri onde era, pois tinha passado lá recentemente e tinha quase certeza que era trabalho deles. Depois de visitar a exposição, passei no local para tirar umas fotos. Pra quem não reconheceu o local, a obra fica nos viadutos perto do CONIC, onde as garotas de má fama mostram suas carnes.

 

Atenção! Amanhã, dia 04 de março é o último dia da exposição “Quadrinhos e Ilustrações” no Espaço Cultural da 508 Sul. São interessantes trabalhos de jovens artistas espanhóis. Aproveite para circundar a área externa (W2 e W3)  e ver os graffitis a céu aberto.

 

ESFOLANDO O GRITO ROCK

março 1, 2010

O Festival Grito Rock passou por Brasília neste FDS. Organizado pelo Coletivo Esquina, a maratona de shows no parque da cidade não apresentou falhas graves. De positivo, ressalto a gratuidade do evento e a escolha do local. O puxão de orelha fica por conta do som que não estava lá essas coisas e faltaram banheiros químicos pra mulherada. Nem vou falar nada da seleção de bandas, já que sou um cara difícil de agradar e na verdade eu estava lá a serviço do comércio informal. Montei meu camelô junto com o pessoal da Revista Samba e das meninas bonitas que vendiam material das bandas do festival. Durante esses três dias, fiz bons negócios, conheci gente bacana e em alguns (raros) momentos, ouvi música boa.

A coisa mais palha: Blitz na entrada e saída do estacionamento na noite de sexta-feira.

Melhor frase: “Joaquim Roriz está voltando para mostrar aos corruptos amadores, como é que se rouba!” – Túlio (DFC)  

A surpresa: A banda Eletrodomesticks ainda está um pouco verde, mas as garotas possuem grande potencial. Girls Rules!