ESFOLANDO O BACULEJO

novembro 1, 2010

Na madrugada de sexta pra sábado, rolou uma situação que há muito não me acontecia. Eram quase 4h quando eu saía da festa Play, caminhei até o estacionamento e dei umas moedas pro cara que “vigiava” os carros. Ao abrir a porta do veículo, fui surpreendido por uma viatura da “puliça” que acabara de chegar. Saltaram três policiais com armas na mão gritando “encosta no carro!”. Pensei que era “pegadinha”. Olhei pro flanelinha que já estava sendo revistado. Falei: “só dei umas moedas pro cara…”. O policial repetiu, agora mais enfático “encosta no carro!”. Calei a boca e acatei a ordem. O policial deu o baculejo sem muito capricho e pediu que eu esvaziasse os bolsos. Chaves, chicletes e celular. Ainda bem que eu não estava com “nada em cima”. O béqui que eu trouxe, já tinha virado fumaça. Achei que o policial ia pedir carteira de motorista e documentos do carro, talvez dar uma geral na caranga, mas me disse: “pode ir!”. Eu saí fora rapidinho, vendo o flanelinha pelo retrovisor recebendo tripla atenção dos oficiais. Mó fim de noite palha, mas um motivo pra eu me arrepender de não ter ido na despedida do Fabrícius no Landscape. A única coisa legal disso tudo (se é que tem), foi contar pro amigos e ouvir os relatos de situações parecidas que aconteceram com eles. Conte a sua também!

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