ESFOLANDO A GIBICON – PARTE UM

julho 21, 2011

E lá foi o Esfolando em mais uma missão diplomática em nome dos quadrinhos brasilienses, se embrenhando em território paranaense para participar da Gibicon.

Desembarquei em Curitiba na quinta-feira, dia 14 de julho. Era véspera da primeira Gibicon, que na verdade é a edição n°0, pois a n°1 será ano que vem e fará parte das comemorações dos 30 anos da gibiteca cidade.

Depois de encher o bucho num fantástico restaurante natural, comecei a bater perna pela cidade. Por duas vezes, fui tocar com o Macakongs 2099 em Curitiba, mas não conheci nada pois era aquele esquema: chegar, tocar, dormir e vazar da cidade.

Como o hotel era bem no centro, caminhei por vários pontos turísticos, como a Boca Maldita, Rua das Flores, Catedral e o belíssimo Sesc Paço da Liberdade (onde algumas atividades do evento seriam realizadas). Fez sol a tarde toda e à noite não estava tão frio como os meteorologistas previram. As ruas e praças bem cuidadas e uma quantidade absurda de mulheres bonitas me fizeram pensar que Curitiba é um bom lugar pra se viver.

Na sexta-feira, acordei cedo e saí pra roletar, sem querer cheguei ao Largo da Ordem, uma rua de pedras com prédios antigos, bares e restaurantes bacanas. Um prêdio moderno, com paredes e teto de vidro me chamou a atenção. Só quando me aproximei, percebi se tratar do Memorial de Curitibal, o principal espaço da Gibicon. O lugar é simplesmente fabuloso, de cair o queixo.

Já na entrada, trombo com o Paulo Rocha, truta que conheci no FIQ de 2009. Já na sequência ele me apresentou aos organizadores do evento: Fabrizio (sócio dele na Znort!) e o quadrinista curitibano e boa praça José Aguiar (Quadrinhofilia).

Nem me demorei, voltei pro hotel pra pegar os bagulhos do Quebraqueixo. Como não rolou de fazer camelô, coloquei os livros, CDs e camisetas no estande da Itiban, que é uma tradicional loja de quadrinhos da cidade. A simpatica Mitie, dona da loja foi minha melhor compradora. Quem conseguiu uma mesinha pra colocar os produtos da Narval Comix foi o Rafael Coutinho e sua sócia Olga. Daniel Galera, roteirista do Cachalote, também ficava por ali. De vez em quando eu tomava conta do buteco.

Consegui assistir a um bom pedaço do debate TEX – CAUBÓI ITALIANO, com Fábio Civitelli e Lucio Filippucci, dois dos principais desenhistas de Tex, falando sobre o mercado de fumetti na Itália e a paixão dos brasileiros pelo personagem.

E foram aparecendo outros forasteiros. Porto Alegre foi representada pelo trio Rafael, Corrêa, Rogê e Azeitona (faltou o Mau Mau!). Azeitona trouxe o Zine Supreme, que eu não pude comprar, porque vendeu tudo. De BH, conheci o Leandro, um empreendedor de HQ digitais para IPhones e IPads e Daniel Werneck, que trabalha na curadoria do FIQ e faz o zine Pandemônio.

Às 20h, consegui dar aquela penetrada básica no concorrido coquetel de abertura da exposição A LENDA DE TEX, onde artistas de várias nacionalidades fizeram uma releitura do personagem. Todos muito bons, destaco o brasileiro Sama e o italiano Milo Manara.

Cheguei umas 23h no hotel. Tava rolando uma festa, mas o cansaço me impediu de sair. E se Deus ajuda quem cedo madruga, aguarde pra saber o que aconteceu na manhã de sábado!

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