Lançamento do ROCK vs. COMICS e show do Bad Brains em SP

abril 18, 2013

tetris 2

(Tetris gigante na Av. Paulista)

Depois do Lollapalooza, fiquei a semana de bobeira em São Paulo. Fiz o velho roteiro das “galerias”: Rock/Nova Barão/Ouro Fino. Fui deixando vários ROCK vs. COMICS por onde passei. Inclusive, se você está em SP, pode achar o livro na Gibiteria (Praça Benedito Calixto), Monkix (Rua Augusta 1492), Comix (Alameda Jaú 1998), na The Records (Nova Barão) e na Estrondo (Galeria do Rock).

gualberto

(Gual aprovou!)

Na quinta-feira, fui no lançamento do mini gibi “Cholitas de Mi Corazón” do Eloar  Guazzelli organizado pelo casal mais HQ do Brasil: Daniela e Gualberto Costa. A noite de autógrafos aconteceu no espaço Parlapatões, ao lado da antiga loja HQMIX da Praça Roosevelt.

prego

(Os “Vieiras”)

Na sexta-feira, dois eventos que eram as maiores razões dessa viagem: o lançamento do ROCK vs. COMICS e da Revista Prego #6 na Gibiteria e o show do Bad Brains. Eu e o Alex Vieira rachamos esse lançamento em São Paulo. Não deu muita gente, mas foi bacana. Apareceram algumas pessoas que eu só conhecia no FB e presenças de quadrinistas ilustres como DW e o Daniel Gisé.

Depois disso, eu e Alex catamos um baú que nos deixou na frente do Via Marquês, local do show. Depois que entramos, não vi mais o cara, mas trombei com uns 10 brasilienses e um monte de amigos de SP. Marcado pra começar às 23h, só começou quase uma hora depois. Sorte que o DJ da casa só mandou pedrada boa, inclusive a “Bad Brain” do Ramones prenunciando o começo do show.

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E foi tudo aquilo que já vinha sendo previsto, banda boa com vocalista doido da cachola. As cortinas abrem e o lendário HR aparece de joelhos no palco, ao seu lado, sua inseparável mochila e bagagem. HR parece com esses mendigos que ficam falando sozinho na rua. Não cantou uma única música, só ficava balbuciando no microfone, no fim das músicas, agradecia com as mãos juntas aos peito. Era trágico e cômico ao mesmo tempo ver aquela figura que foi um dos maiores frontman do hardcore americano naquela situação. Tinha gente que ria e aturava (meu caso) e gente que xingava, dizendo que “lugar de louco é no hospício”. Ouvi até uma mina gritar: “HR, casa comigo!”. Tem doido pra tudo. Por sorte, os mais fãs cantavam em coro, fazendo do show um karaoquê de muitas vozes. E foi isso que salvou a pele do HR nessa noite.

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