Já voltei da pequena tour na Europa, mas ainda não tive tempo de organizar as ideias. Aqui vão algumas fotos da minha participação no Festival Bulles Zik em Paris.

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ESFOLANDO NA EUROPA

junho 9, 2014

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DIA DO QUADRINHO NACIONAL

janeiro 30, 2014

No dia 30 de janeiro de 1869, o ítalo-brasileiro Ângelo Agostini publicou a primeira história em quadrinhos do Brasil. A data será comemorada em Brasília na FEIRA de GIBIS. Os quadrinistas e artistas gráficos da cidade se reunirão em uma feira de publicações independentes onde mostrarão seus trabalhos para o público e trocarão experiências com seus pares. É uma ótima oportunidade pra conhecer a atual cena brasiliense de histórias em quadrinhos e zines. O evento é gratuito e tem classificação livre.

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FEIRA DE GIBIS

janeiro 28, 2014

FEIRA de GIBIS pra comemorar o Dia do Quadrinho Nacional. Será na Galeria da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Apareça!

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ESFOLANDO O MACANUDO LINIERS

dezembro 13, 2013

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Na quarta-feira passada (11/12/13), foi aberta a expo Macanudismo, com quadrinhos, desenhos e pinturas do argentino Liniers no Museu Nacional dos Correios (SCS Qd 04). O evento estava bombado, a fila de autógrafos teve mais de 200 pessoas. Quando eu estava esperando na longa fila, ele ficou acenando pra mim, me reconhecendo. Já trombei com ele no FIQ (BH) de 2009, onde ele viu o QUEBRAQUEIXO tocar. Depois foi aqui em Brasília, quando ele fez um workshop no mesmo dia do show do IRON MAIDEN. E é por isso que “culpo” Liniers por eu ter começado a fazer o ROCK vs. COMICS. Fiquei no dilema entre o rock e os comics, eu escolhi os quadrinhos e comecei esse projeto. Também nos encontramos no Rio Comicom (RJ) em 2011. Quando finalmente chegou minha vez de pegar os autógrafos, ele se levantou pra me abraçar, perguntou do QUEBRAQUEIXO e me pediu para autografar o livro do ROCK vs. COMICS que trouxe pra ele! O cara é muito Macanudo mesmo!

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ESFOLANDO O 8° FIQ – BH

novembro 16, 2013

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Eu quase não fui pro FIQ desse ano. Gastei uma pequena fortuna viajando pra ver shows e fazer lançamentos do ROCK vs. COMICS em outras cidades, inclusive recentemente fui à Belo Horizonte ver o Black Sabbath.E quanto mais eu enrolava na minha decisão, mais caro ficavam as passagens. Daí, comecei a fazer cálculos e na minha logística tosca, consegui chegar a um resultado satisfatório: meu FIQ seria pela metade. E metade será sempre melhor que nada!

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Cheguei em BH na quarta-feira 13/11, primeiro dia do 8º Festival Internacional de Quadrinhos. Quando entrei na Serraria Souza Pinto, local do evento, a primeira pessoa que eu cumprimento é o Marcatti. Ele nem me conhecia, mas apertou minha mão com um sorriso e um ponto de interrogação na testa: quem é esse cara? Nós nunca nos vimos pessoalmente, mas sou fã do trabalho dele ha muitos anos. Mais tarde, dei um ROCK vs. COMICS pra ele e conversamos sobre muitas coisas, inclusive sobre o Ratos de Porão. Gente fina demais.

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Quando cheguei no stand dos Dependente, reencontro os Sambas LTG, Goes e Mesquita; os Beleléus El Cerdo e Stevz e o Prego Alex. Essa é nossa terceira participação consecutiva no FIQ. O stand estava cheio de novidades, inclusive o ROCK vs. COMICS estava ali, agregando valor ao camelote.

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Logo começo a trombar com os amigos quadrinistas de outras cidades e países. E a todo o momento você conhece gente nova e quadrinhos novos. Aquele monte de informação vai acumulando e é que aí você percebe a importância do FIQ para o seu crescimento pessoal como artista e apreciador de HQs.

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Fico sempre curioso para conferir as exposições. Tinham três: uma com trabalhos originais do Lelis e outra intitulada “Ícones do Quadrinhos”, onde vários artistas desenharam personagens clássicos das HQs. Brasília foi representada pelo Gabriel Goes com o Brucutu.

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A expo principal foi sobre a obra de Laerte, o homenageado dessa edição e que foi montada por seu filho, Rafael Coutinho. Ficou muito interessante, pois fugiu da mostra de originais e retrospectiva da vida do artista. A exposição é muito interativa e colorida. Um dos pontos altos era a animação do navio dos Piratas do Tietê que era projetada à noite na fachada da Serraria (assista o vídeo).

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Ás 22h fechamos o stand e fomos comer e beber com outros quadrinistas num boteco do Edifício Maleta. O Cruzeiro tinha se sagrado campeão e a algazarra dos torcedores era enorme. Muito barulho, gritos, buzinaço e gente bêbada madrugada adentro. No outro dia continuou a comemoração, que parou o trânsito com a passagem dos jogadores desfilando em carro de bombeiro pela Av. Afonso Pena. Por causa disso, tive que ir à pé pro evento. No caminho, passei pela expo do Escher no Parque Municipal, mas não entrei porque estava cheio e eu tinha pressa.

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O segundo dia não foi muito diferente do primeiro, só que o movimento e o calor estavam maior. Peguei um autógrafo e um sketch do Peter Kuper e lhe dei um ROCK vs. COMICS, onde mostrei o desenho que fiz do Spy vs. Spy. A noite também terminou no Maleta.

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Apesar de ter dormido pouco, acordei cedo na sexta-feira pra aproveitar meu último dia em BH. Fiz as últimas compras, inclusive o toy do Capitão dos Piratas do Tietê, que agora enfeita minha prateleira. Fiz várias trocas de gibis e contatos. Perto das 16h, peguei minhas coisas e fui me despedindo dos amigos. Dei sorte de no finalzinho, encontrar com o Laerte, que finalmente apareceu no evento e pude dar um pra ele ROCK vs. COMICS. Missão comprida.

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Pra finalizar, eu estou parado na calçada, fora da Serraria, esperando um taxi pra ir embora e pára uma van na minha gente. A porta abre, sai uma moça da produção do FIQ e quando eu olho, dentro do veículo está Maurício de Sousa. A moça volta, entra na van e fecha a porta e eles partem.
Até rolou um arrependimento de não ter ficado mais um pouco, mas eu já estava conformado quando cheguei em casa. Provavelmente teria me arrependido mais se não tivesse ido. E como escrevi no começo, um FIQ pela metade é melhor que FIQ nenhum!

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ROCK vs. COMICS NO FIQ 2013

novembro 12, 2013

Amanhã começa o Festival Internacional de Quadrinhos em BH! Eu e o ROCK vs. COMICS estaremos lá. Procure no estande dos Quadrinhos Dependentes!
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… e exatamente um mês após o evento, venho postar a resenha do Festival Abril Pro Rock e o lançamento do ROCK vs. COMICS em Maceió.

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Pouco antes de mandar o ROCK vs. COMICS pra gráfica, bolei uma agenda de lançamentos que incluíam shows e festivais entre fevereiro e abril. Deu quase tudo certo, nesses dois meses, além de três lançamentos em Brasília, eu passei por Curitiba, São Paulo e terminei essa fase com uma mini tour por Recife e Maceió.

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Eu e a Karla partimos na sexta-feira, dia 19 de abril rumo a Recife. Depois de um descanso no hotel, nos fomos para o Chevrolet Hall às 17h. Tínhamos que chegar cedo pra arrumar um lugar para o estande onde venderíamos minhas muambas e o “merchanda” do DFC. Uma chuva sacana nos pegou quando estávamos chegando. Essa mesma chuva pegou parte do público desprevenido. Costuma vir sempre menos gente no primeiro dia do festival, que é dedicado a atrações “leves”. No auge do evento, cerca de 1/3 do local estava ocupado.

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Como eu estava na função, nem fiquei prestando atenção nos shows. O único que eu fui ver mais de perto foi a americana Television. Vi duas músicas e achei muito devagar. As vendas não foram muito boas, o que já era esperado pela quantidade e tipo de público. Voltamos de carona com os amigos Anderson Nakara e Gabbie.

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No sábado Anderson e Gabbie nos levaram pra almoçar e depois passeamos numa espécie de quebra-mar no bairro de Brasília Teimosa cheia de esculturas do ceramista Francisco Brennand. Às 18h, fomos pro hotel onde as bandas do evento ficam hospedadas e pegamos a van junto com o DFC. Já tinha gente esperando pra comprar a mercadoria da banda brasiliense. Em menos de duas horas vendemos tudo o que o Túlio tinha trazido (30 camisetas, 20 bonés e 20 garafas de pinga). O show deles foi considerado por muitos, o melhor do dia, talvez do festival inteiro. Já tinha visto mais de 100 shows deles nesses 20 anos de banda, nem dei bola, mas quando fui espiar um pouco do show, fiquei impressionado pelas grandes rodas de pogo e animação do público.

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Como tinha vendido tudo da banda e feito boas vendas dos meus livros e gibis, resolvi encerrar o expediente e apreciar o festival. Chegando a hora do Dead Kennedys tocar, fomos nos posicionando perto do palco. Eu tinha ressalvas, pois não sabíamos qual seria a reação do público. Senti um arrepio vendo os veteranos East Bay Ray, Klaus Flouride e DH Peligro subirem no palco. Logo depois entra o vocalista Skip, o substituto do insubstituível Jello Biafra. O DK é minha banda preferida, então a expectativa era enorme. Tem gente que diz que DK sem Jello não é DK. Preferi manter minha mente aberta e tirar minhas próprias conclusões. Skip é um cara esforçado, canta bem, tem boa performance e não tenta imitar o antigo vocalista. Logo na primeira música, vejo alguns cuspes acertando o alvo, mas ele nem se abala e mantém uma postura confiante. É foda ser julgado pelos fãs menos flexíveis, mas acho que ele se saiu bem. Percebi que a banda deu umas catadas, talvez falta de ensaio ou um pouco enferrujados. Não importa, gostei pra caralho!

Abaixo, o video de Holiday in Cambodia finalizando o show. No fim do video, vejo Skip saindo pela lateral, vou lá e falo com ele e dou um tapinha em seu ombro.

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No dia seguinte, eu e Karla pegamos um ônibus pra Maceió. Parece que trouxemos a chuva conosco. Quase não pegamos praia, mas foi bacana assim mesmo. Na terça-feira, fiz um lançamento do Rock vs. Comics no REX JAZZ BAR com a ajuda dos amigos Carlos PXT (Banda Varial), do Buzugo (Sirva-se) e da Renata Menezes. Apesar da chuva, apareceu uma galera simpática, atenciosa e interessada. Fiz boas vendas e boas amizades. Na quinta-feira, dia 25 voltamos pra Brasília.

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Próxima parada: show do Paul McCartney em Goiânia.

ESFOLANDO O NORDESTE

abril 27, 2013

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Já voltei da mini tour de lançamentos do ROCK vs. COMICS no nordeste. Uma semana intensa que começou em Recife durante os dois dias do Festival Abril Pro Rock onde finalmente pude ver um show do Dead Kennedys. Também vi a consagração do hardcore brasiliense nas mãos do DFC, quem estava lá sabe do quê estou falando. Depois parti pra Maceió, onde fiz um lançamento bacana, graças ao apoio firmeza do pessoal da Sirva-se Cultura Alternativa, Carlos Peixoto, Casa Do Yuri e mais um monte de gente legal que apareceu lá. Depois conto tudo como foi! Gracias!
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